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Anna Alexandrina de Toledo Martins Cruz – acrescentou “Cruz” ao nome após seu casamento, (Ana Angélica da Graça Martins em outro documento). Nasceu em Santos, SP, no dia 26 de fevereiro de 1843 (1842 em São Vicente, SP outra fonte), e foi batizada em São Vicente, SP. Faleceu no dia 15 de maio de 1878 em Jundiahy, SP, segundo lápide em sua tumba (15 de maio de 1877 outra fonte). Foi casada em 1857 com o Major (Coronel ao falecer) José Antonio (de Oliveira) da Cruz. José Antonio nasceu no dia 01 de agosto de 1834 em Jundiahy, e faleceu em São Paulo no dia 25 de novembro de 1910 com 76 anos de idade, sendo seu corpo transladado para a cidade de Jundiahy, e sepultado ao lado de sua esposa. Residiam na rua Rangel Pestana, na cidade de Jundiahy. Ele era fazendeiro. Tiveram 9 filhos. |
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Pais
de Anna Alexandrina de Toledo Martins Cruz |
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Paes
de José Antonio (de Oliveira) da Cruz |
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Irmão do avô: “Brigadeiro” Francisco Antônio D’Oliveira nascido em 11 de agosto de 1796 e faleceu em 09 de agosto de 1871. |
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Pais
de Belchior Francisco da Graça Martins |
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Pais
de Alexandrina Angélica de Toledo Martins |
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Pais
de Maria Jesuína (de Assis) de Oliveira Cruz |
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Pais
de Luíza Engrácia de Toledo Nessa ocasião Luís Antonio já era funcionário bem estabelecido, exercendo o cargo de oficial da Contadoria. Aos 9 de março de 1812 o inventário do pai de Luís Antonio ainda não fora encerrado. Nesse dia deveria ser apresentada a prestação de contas pelo testamenteiro, padre Antonio Benedito de Assunção Freire. O padre, contudo, falecera e dito inventário estava parado desde então. Convidadas diversas pessoas para completá-lo, todos se recusaram. O juiz de Órfãos nomeou Luís Antonio (no dia 12 de janeiro de 1805), para apresentar as contas dele em três dias. Por ser exíguo o prazo, ele pediu e obteve dilação para dois meses, em despacho de 26 de agosto de 1814. Decorrido esse período, como Luís Antonio não se apresentasse ao juiz, este mandou notificar o testamenteiro de que dispunha de mais vinte e quatro horas para fazê-lo. Luís Antonio, então, apresentou o balanço do inventário. Por esses anos o titular era tido como tenente (1812, batizado de seu filho João). Entre 1805 e 1807, Luís Antonio viveu com o sogro na rua de São Bento. Em 1807 deixou lá a mulher e partiu, talvez em viagem. Da rua São Bento se mudaram para a freguesia de Santa Efigênia. Em 1829 moravam na rua de Santa Efigênia (11º Quarteirão do bairro do mesmo nome), onde ficaram até morrer. Ele era contador na Contadoria Geral de São Paulo. No ano seguinte estava trabalhando na Contadoria da Junta Administrativa, aposentando-se como inspetor de tesouraria em 1857. O casal deixou gado, lavouras e escravos em sua parcela da Fazenda Rio Verde (herdada do pai do titular), em Pinheiros, às margens do rio desse nome.
Eram
parentes do padre Antonio Lopes Cardoso, que legou seus bens a seus
sobrinhos, filhos do casal. Tiveram 7 filhos: Maria Jesuina de Andrade,
Teodoro Gomes Freire, Emídio Antonio da Silva, Fortunato Antonio da
Silva, Manuel Gomes Camponês, Mafalda Cândida de Toledo e Luiza
Engrácia de Toledo. |
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Pais
de Policarpo José de Oliveira |
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Pais
de Josefa Jesuina de Andrade Foi criado (Arquivo da Cúria Metropolitana de São Paulo – Processo de Habilitação Matrimonial nº 4-84-640 - Domingos José Gomes Camponeses e Ana Maria da Purificação) na casa paterna (travessa Água de Flor), na capital portuguesa, até 1754, quando saiu em nau do guarda-costas como piloto praticante. Nesse ofício ficou por seis anos. Esteve duas vezes no Brasil. Na primeira viagem aportou em Salvador (BA), onde ficou alguns dias. Na segunda veio definitivamente, desembarcando no Rio de Janeiro. Morou por três ou quatro anos na freguesia de Santa Rita, no Rio. Veio para São Paulo, onde se casou (Arquivo da Cúria Metropolitana de São Paulo – Casamentos da Sé – Livro 1-3-15 – pag. 262v e 263) a 11 de fevereiro de 1764 com Ana Maria da Purificação e Silva, exposta (pessoa que, ao nascer, foi abandonada pelos pais e acolhida em casa de outras pessoas) na casa de Isabel Pais e batizada em São Paulo, na Sé paulistana a 30 de janeiro de 1747 pela mãe de criação. O casal morava (Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo - Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo - Coleção População - Censo de 1776 a 1805 ) em 1775 numa travessa da "rua para São Gonçalo", hoje sob as escadarias da Sé. Tinha sítio em Pinheiros, no qual meia dúzia de escravos plantava para o consumo da família. Ele foi negociante, indo buscar mercadorias no Rio de Janeiro para vender em São Paulo. Em 1772 o padre Salvador de Camargo Lima cobrou dele, na justiça, 17.775 réis e juros de mora por um crédito que fizera para o Camponês comprar o sítio de Pinheiros. (Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo - Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo - Coleção Autos Cíveis - Lata 156, nº de ordem 3589, nº 3270 - Ano 1772).
"Diz O Pe Salvador de Camargo Lima, que quer fazer citar a Clemente Jozê Gomes camponezes mor no trº desta Cide. em q' pede a coantia de 17775 Reis de mayor quantia com Consta de Sua obrigação inSerta no Recibo junto, pa. conhecimto de Seo Signal, e obrigação, epa todos os mais termos, e actos judiciais the final Snnca, e Sua execução Como para de Sehaver por Reconhecido a Sua Reveria, e Se aSignarem os des dias eSer condenado. PaVmce lhe faça mce mar q' o Supdo Seja Citado pa o q' dto fica na forma Asima"
Em 1777 o sítio do casal foi visitado novamente pela justiça de Sua Majestade e o oficial arrestou bens para cobrir uma dívida de 402.624 réis, devida ao sargento-mor Manuel José Gomes (Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo – Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo – Coleção Auto Cíveis Lata nº 155 - nº de ordem 3558 - nº 3262 - Ano 1777).
"Mando aquaisquer officiais de justiça desta Cidade que perante mim Servirem que em observancia desta mandado indo por mim assignado na forma delle em Seu Cumprimento, Requeira a Clemente Joze Gomes Camponezes para que pague ao Sargento mor Manuel Joze Gomes aquantia de quatrocentos edois mil Seiscentos e vinte e quatro reis quelhe he adever Conforme Confessou em audiencia naqual ficou ..... dopreceito, e não pagando no termo premptorio de vinte e quatro horas Se fará penhora penhora (sic!) filhada (r)eal apreenção em beins que bastem para a Solução da Refferida quantia, epara as mais Custas que a(pa)recerem emthé Competente excueção (sic!); a que afim ocumprão: Dado epassado nesta Cidade de Sam Paulo aos 7 dias do mes de Fevereyro de 1777 annos -- eu João Baptista de Morais escrivão o escrevi -- Sales"
E nesse prazo, talvez dilatado por um fim de semana, Clemente José não pôde cumprir a sentença e os oficiais de justiça compareceram ao seu sítio para penhora de bens, passando o seguinte relatório:
"Anno do Nascimento de Nosso Senhor Jezus Christo de Mil e Cete Centos e Cetenta e Cete, aos dez dias do mez de fevereiro do dito anno Nesta Parajem chamada Bayrro dos Pinheiros em o citio âonde Exziste o Exzecutado Clemente Joze Gomes Campunez onde Eu escrivão âdiante numiado fui vindo Junto Com o Meirinho geral Vicente vieira dos Santos Caxoeira...".
Nessa visita dos oficiais de justiça, foi feito um levantamento dos bens do executado, a saber: dois cavalos, selas, dois arados, esporas com fivelas, martelos e escravos. Esses bens foram deixados com Bento Leme da Silva, constituído em fiel depositário, como consta do mesmo relatório:
"fes o dito Meirinho depozito dos Referidos beins eescravos em ...... e puder de Bento Leme da Silva oqual Recebeu e ce obrigou as Leis de fiel depuzitario Exceto morte e fuga e logo o dito Meirinho nutificou ao depuzitario para não despor dos Referidos beins Sem ordem da Justiça deste Juizo e para constar lavrei este auto em que Seâsignou odepuzitario Junto com o Meirinho. Eu Jozê Ribains (?) Bacellar escrivão das Exzecucoins que este escrevi"
Clemente era amicíssimo do Morgado de Mateus (Dom Luís Antônio de Souza Botelho e Mourão) que foi padrinho do filho mais velho do Camponês. Esse governador empregou o amigo na Fazenda, cargo no qual ele se aposentou como oficial. No ano de 1794 o casal vivia em casa na rua Direita e em 1797 na rua do Padre Elias. Nessa casa Clemente José morreu, a 26 de julho de 1804. (Arquivo da Cúria Metropolitana de São Paulo – Óbitos da Sé - Livro 2-2-25 - fls 78v). Homem de invulgar instrução. Fato raro em seu tempo, ele deixou uma pequena biblioteca de livros religiosos e jurídicos de autores portugueses (Tribunal de Justiça - Arquivo Judiciário - SP - 1804 - inventário de Clemente José Gomes Camponeses - Cartório do 1º Ofício - auto nº 2003, ano 1804. E também do Serviço de Documentação Textual e Iconográfica do Museu Paulista da USP - Museu do Ipiranga - Coleção João Aguirra, fichas de Clemente José Gomes Camponês), composta dos seguintes títulos: "Horas Marianas", "Arte da Gramática Portuguesa", "Prosódia Latina", "Dicionário Latino", "Compêndio de Honra Sensível", "Meditações de Santo Agostinho", "Entretenimento sobre a Religião Cristã", "Traslado das Obrigações das Pessoas do Mundo", "Espírito do Cristianismo", "Vida Cristã", "Obrigações Cristãs e Civis", "Carta de Guia para Casados", "Compêndio de História Sagrada", "Diálogos de História Sagrada". Ana Maria vivia em 1805 com as filhas Gertrudes, Maria e Ana, numa chácara cuidada por oito escravos, onde plantavam para o gasto familiar (Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo – Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo – Coleção Juízo de Órfãos - ano 1805 - NO. 5346 - nº 6). Ela faleceu a 11 de junho de 1816.
Deixaram
a fazenda de gado denominada Rio Verde, às margens do rio Pinheiros, um
terreno entre o Rio Verde e a Água Branca, assim como casa na rua
Direita.
Pais de Manuel
José da Graça |
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Pais
de Ana Ribeiro do Prado |
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Pais
de Clemente José Gomes Camponês |
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Pais de
Gertrudes Ferreira |
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Pais de Caetano José
Prestes |
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Pais de
Balthazar Rodrigues Fam |
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Pais de Isabel da Rocha Canto |
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Pais
de Filippa Rodrigues Carassa |
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Pais
de Caetano Prestes (João Baptista Prestes) |
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Pais
de Josepha de Almeida |
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Pais
de Lourenço Castanho Vidigal |
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Pais
de Branca de Almeida |
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Pais de Amaro
Domingues Vidigal |
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Pais de Gaspar
Cubas Ferreira |
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Pais
de Angela de Almeida Fogaça |
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Pais de Anna Rodrigues de
Oliveira ( Siqueira) |
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Pais
de José
(João) Rodrigues Carassa |
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Pais de Maria de Almeida
Pimentel |
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Pais de Thomé de Lara de
Almeida A seu respeito escreveu Pedro Taques: "Este paulista se conservou sempre em São Paulo sem que o infeliz sucesso de seu irmão Pedro Taques, morto a falsa fé por Fernando de Camargo, o obrigasse a mudar-se como o fizeram seus irmãos, porque seu grande respeito e força de armas o prontificavam a pôr em cerco aos inimigos do partido contrário. Foi estabelecido na fazenda da Ribeira do Ypiranga que tinha sido de seu pai Pedro Taques; foi opulento em cabedais, com o que sustentou e conservou o respeito e o tratamenLote de terra inculto ou abandonado, que os reis de Portugal cediam a sesmeiros que se dispusessem a cultivá-lo:to de sua pessoa potentada. Em relação ao real serviço, deu sempre acreditadas provas de honrado vassalo, com liberal despesa da própria fazenda. Em 1659 passou a São Paulo Salvador Correa de Sá e Benevides no cargo de administrador geral das minas de ouro e prata, e como governador das três capitanias : Rio de Janeiro, Espírito Santo e a de São Vicente e São Paulo por ordem de dom João IV. Nessa ocasião recebeu Lourenço Castanho uma carta firmada pelo real punho, em que lhe recomendava desse ajuda e favor a Salvador Correa de Sá e Benevides para bem desempenhar-se na diligência a que era enviado, qual era a de descobrimento de ouro e de pedras preciosas, ao que correspondeu prontamente Lourenço Castanho. Conservando-se em São Paulo para esse fim o governador Salvador Correa até 1661, aconteceu que na sua ausência do Rio de Janeiro em 1660, onde deixara como governador da praça a Thomé Correa de Alvarenga, como sargento-mór a Martim Correa Vasques, e provedor da fazenda real a Pedro de Sousa Pereira, praticaram os oficiais da câmara e povo do Rio de Janeiro um grave atentado, depondo do governo os ditos representantes que foram todos presos em uma fortaleza, e negando obediência ao governador Salvador Correa de Sá e Benevides. Este governador, ao ter notícia em São Paulo do ocorrido no Rio de Janeiro, e principalmente ao ver uma carta escrita pelos camaristas do Rio aos de São Paulo, em que faziam graves exprobações a sua pessoa como autor de tiranias e de mau governo, se dispôs a pôr-se em caminho para o Rio de Janeiro com o fim de sossegar o tumulto e castigar os culpados. Lourenço Castanho, vendo o perigo a que ia se expor o governador, juntamente com os paulistas da 1.ª nobreza lhe representaram, suplicando que não pusesse em tão evidente a sua vida e autoridade; o valor e constância do governador o levaram a não atender a essa rogativa, pelo que Lourenço Castanho resolveu-se a acompanhá-lo com força de armas até o Rio de Janeiro, mas nem este auxílio aceitou o governador. Então Lourenço Castanho lembrou-se de reunir a nobreza de São Paulo ao corpo do senado, e em número de 58 pessoas escreveram ao governador uma carta em nome de S. Majestade em que ponderavam a necessidade de aceitar as rogativas e conselhos dados. A esta carta respondeu o governador agradecendo aos paulistas o apoio que lhe prestavam; mas, não tendo mais serviço nesta banda do Sul, o seu dever o chamava a prestar serviço a S. Majestade, pelo que estava resolvido a voltar para o Rio de Janeiro a assumir a jurisdição real, para o que esperava encontrar o povo mais acomodado. Lourenço Castanho Taques, desejando continuar os serviços ao rei, achando-se com muita prática do sertão onde tinha penetrado para conquistar o bárbaro gentio, no que adquiriu grande disciplina militar, tendo recebido um convite do príncipe regente Dom Pedro em 1674 para o descobrimento de ouro e prata, para cuja diligência tinha já partido Fernando Dias Paes no caráter de governador da gente de sua tropa, resolveu-se com seus cabedais e força de armas penetrar o sertão dos gentios Cataguazes; deixando a serventia vitalícia do ofício de órfãos, entrou para a conquista com patente de governador e conseguiu o 1.º conhecimento das minas, a princípio chamadas de Cataguazes, e mais tarde, estendendo-se o descobrimento em muitas léguas no mesmo sertão, chamadas Minas Gerais. Faleceu em 1677 em avançada idade, depois de recolhido da conquista dos Cataguazes. Foi governador das minas do Caeté. Foi sepultado no jazigo do Carmo de São Paulo, onde jaziam as cinzas de seu pai Pedro Taques". Tiveram 10 filhos: Lourenço Castanho Taques, Padre Francisco de Almeida, Pedro Taques de Almeida, Thomé de Lara de Almeida, Diogo de Lara e Moraes, Antonio Almeida, José Pompeu de Almeida, Anna de Proença, Branca de Almeida e Maria de Almeida. |
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Pais
de Josepha de Oliveira |
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Pais
de Sebastião Sutil de Oliveira |
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Pais
de Maria Fogaça de Almeida |
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Pais
de Maria de Carassa |
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Pais de Izabel
Pedroso |
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Pais
de Braz Domingues Vidigal, capitão |
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Pais
de Lourenço Castanho Taques |
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Pais
de Maria de Lara |
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Pais
de Maria Ribeiro |
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Pais
de João Sutil de Oliveira |
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Pais
de Margarida Rodrigues |
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Pais de Pero de
Carassa |
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Pais de
Catharina Ribeiro |
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Pais de Amaro
Domingues |
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Pais
de Gregoria da Silva |
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Pais
de João Moreira, capitão |
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Pais
de Pedro Taques "Francisco Taques Pompeu, natural de Brabante, dos estados de Flandres (país contido numa estreita faixa entre a França, a Alemanha e os Países Baixos, um dos principais entrepostos de troca de mercadoria na Europa nos séculos X a XV), da nobilíssima família de seu apelido, passou a Portugal por causa do comércio, e fez assento na vila de Setubal, onde casou com Ignez Rodrigues, natural da mesma vila, e foram moradores na freguesia de São Julião. Isto consta dos autos de genere processados em 1696 na câmara patriarcal de Lisboa por parte de Pedro Taques de Almeida, em que depuseram as testemunhas Domingos Alvares de Paiva, moço da câmara de s. majestade, o Capitão Antonio Borges Ferreira, Francisco da Cruz Vieira e Antonio Nogueira Homem sobre a pureza e nobreza do sangue dos Taques Pompeus. Do matrimônio de Francisco Taques e Ignez Rodrigues ficaram 2 filhos: Francisca Taques e Pedro Taques. Francisca Taques foi casada em vida de seus pais com Reinaldo João, fidalgo da Alemanha, pagem do real estandarte de el-rei dom Sebastião. Achando-se em Setubal teve este alemão umas diferenças com Fernão Velho, fidalgo da casa real, que tirou-lhe a vida, apesar do decreto real que à vítima assegurava a vida. Este crime foi cometido publicamente, de dia, em Setubal, pelo qual foi preso Fernão Velho e, depois de processado, degolado em cadafalso em Lisboa, esquartejado seu cadáver, e suas casas entulhadas de sal para eterna memória do caso. Por essa infelicidade não teve geração Francisca Taques." |
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Pais
de Anna de Proença |
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Pais de
Magdalena Fernandes de Moraes |
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Pais
de Dom Diogo de Lara |
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Pais
de Izabel da Costa |
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Pais de Francisco
Sutil de Oliveira |
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Pais
de Antonio Rodrigues Velho |
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Pais
de Joanna de Castilho |
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Pais
de Suzana Moreira |
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Pais
de Maria Castanho |
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Pais
de Ignez Camacho |
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Pais
de Leonor Pedroso |
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Pais
de Pedro de Moraes de Antas |
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Pais de Domingos Luiz |
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Pais de Anna Camacho |
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Pais
de Brites Rodrigues Annes |
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Pais de
Baltazar de Moraes de Antas |
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Pais
de N.... Ferreira |
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Pais de
Pedro de Moraes |
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Pais de
Ignes Navarro de Antas |
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Pais
de Joanna Ramalho |
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Pais de Isabel
Mendes de Antas |
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Pais
de Vasco Rodrigues de Moraes Anta |
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Pais
de Izabel Dias |
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Pais
de João Ramalho |
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Pais
de Mendo Affonso (Moraes) de Antas |
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Pais
de Estevam Mendes Morais Antas |
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Pais
do Cacique Tibiriçá |
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Pais
de Affonso Mendes de Moraes de Antas |
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Pais
de Aldonça Gonçalves de Moraes (de Moreira) |
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Pais de Mendo Esteves de Antas |
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Pais de Ignez Rodrigues
de Morais |
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Pais de Alda Gonçalves
Moreira |
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Pais de Rui Martins de
Moraes |
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Pais de Martim
Gonçalves de Moraes |
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Pais de Gonçalo
Rodrigues de Moraes |
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Pais de Constança
Soares |
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Pais de Rodrigo Garcez
de Aza |
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Pais de Garcia Garcez
de Aza |
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Pais de Leonor Fortunes |
Eram 12 irmãos (Cartório do Primeiro Ofício de Piracicaba – inventários de Belchior Francisco da Graça Martins e de Alexandrina Angélica de Toledo Martins. Seus pais) Os sobrenomes são os que constam nos inventários dos pais.
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1- Joaquim
Belchior de Toledo Martins, nascido em São Paulo a 15 de fevereiro
de 1841 e já morto em 1903. Foi casado com Maria Amélia Mascarenhas,
já defunta em 1903. |
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Luiz de Oliveira Cruz, Francisco de Paula Oliveira Cruz, Anna Guilhermina Salles Guerra, Maria de Oliveira Queiroz, Guilhermina de Oliveira Cruz Montes, Anna Oliveira Cruz Teixeira, Angelina Oliveira Cruz Queiroz, Luiza Oliveira Cruz Tavares. |
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1- Luís
Antônio Martins Cruz, “Capitão” “Luizinho”, nascido no dia
6 de abril de 1859 (Segundo a lápide do túmulo onde repousa, em Jundiaí,
SP) e já casado em 1887 com Joaquina de Almeida Cruz. Residiam na Rua
Rangel Pestana, em Jundiahy, SP, onde Luís morreu a 22 de agosto de
1948. – Sem geração. |
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Uma Famíla SILVA na São Paulo Setecentista do genealogista Marco Polo T. Dutra P. Siva – Editora Rumograf 1999, As Três Ilhoas do genealogista Roberto Vasconcellos Martins (obra póstuma de José Guimarães), Pedro Taques Nobiliarchia Paulistana e Genealogia Paulistana (1904) de Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919). |